I. CINCO PERGUNTAS A MAX HENRY DOS SUUNS

1. Qual foi a vossa primeira experiência com música?

A primeira coisa de que me consigo lembrar – com 3 anos na Irlanda. Os meus pais perderam-me numa loja de música. Encontraram-me num canto a improvisar qualquer coisa que estava a passar na rádio (acho que se chamava “Feadoga Stayn” de Mary Bergin, um assobio tradicional celta).

2. De onde vem o nome Suuns e onde se conheceram?

Os Suuns costumavam ser uma banda chamada Zeroes. Tivemos de mudar de nome e alguém nos disse que Suuns significava Zeroes noutra língua. Não tem qualquer sentido.

Nós conhecemo-nos na cena musical de Montreal, que é bastante pequena.

3. Para vocês, que artista merecia o nome de uma rua?

Os The Streets.

4. Qual o próximo álbum que anseiam ouvir?

Ouvi que Leonard Cohen estava a trabalhar em qualquer coisa.

5. Qual foi o teu episódio mais bizarro?

Recentemente, tentar perceber como chegar ao hotel desde a Utrecht Centreal Station às 6 da manhã.

II. CINCO MÚSICAS

1. Back Seat of My Car – Paul McCartney.

Composição épica e intemporal.

2. Black Sun – Monoroom Remix.

Uma das primeiras peças de techno minimal que ouvi e que ficou comigo.

3. Ringo DeathStarr, tudo o que eles andam a tocar neste momento – vamos tocar juntos em Ravenna, Itália.

Nunca tinha os tinha ouvido antes e andam a deixar-me maluco neste preciso momento.

4. Further to Fly – Paul Simon.

“Rhythm of the Saints” e “Graceland” tocavam muito lá por casa quando era pequeno. Mais um autor intemporal de canções de estilo americano.

5. I Just Wasn’t Made for These Times – Beach Boys.

Pobre Brian Wilson. “Às vezes fico muito triste”

III.

O que podemos esperar do vosso concerto em Lisboa?

Muita dança.

Punch Magazine

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