10 anos depois da edição do seu último álbum e 7 depois de anunciarem o fim, já se pedia uma festa assim para provar que os Da Weasel ainda estão na memória do todos e não só dos amantes de hip-hop.

Em 1993 Almada dá-nos os Da Weasel, banda que nos trouxe “A fusão de muito som para inovar” e que marcou gerações dentro dos vários panoramas musicais em Portugal. Da Weasel não eram só hip-hop, Da Weasel eram o rock sujo de Rage Against The Machine, o hip hop de Beastie Boys ou Run DMC e as baladas que só eles faziam, tudo junto na mesma banda.

Eram 22h quando as portas do Copenhagen abriram e, os primeiros grupos de fãs de Da Weasel começaram a chegar. Numa noite dedicada a uma das bandas mais influentes do panorama hip-hop em Portugal recordaram-se todos os clássicos da geração Da Weasel: Sam The Kid, Valete, Dealema, Mind A Gap, entre outros que deixaram os amantes de hip-hop português em êxtase. Com um início tímido, bastou passar o “Todagente” para que a timidez passasse e se começasse a sentir a energia da doninha no bar.

Dos mais conhecidos ”Re-Tratamento”, “Força”, “Dialectos da Ternura” ou “Força” até aos mais antigos “DJ”, “Selectah”, “Tudo Na Mesma” ou até “God Bless Johnny” passaram por todas as fases da banda que, claramente, marcou os que estavam presentes na festa.

Manuel Rodrigues, Davide Pinheiro e Atsoc foram os responsáveis por deixarem aqueles que estavam no Copenhagen a cantar em plenos pulmões os clássicos intemporais dos Da Weasel e do hip-hop em Portugal.

Márcia Pedroso