Beatriz Pessoa é uma das novas artistas, que despontou no ano de 2018. O ano passado lançou o seu EP “II”, um trabalho que gerou algum buzz e levou-a a festivais e concertos um pouco por todo o país. O seu estilo musical combina o jazz com o pop, o português com o inglês e mostra sobretudo uma cantora com uma uma maneira própria de encarar a sua arte. Também já participou no Festival da Canção em 2018 e consegue ser uma artista versátil que conjuga bem em ambientes e ecléticos e com artistas diferentes. É uma cantora para acompanhar nos próximos anos.

Bebida para ver um concerto ao pôr-do-sol? Um copo de vinho branco, do bom

Amigo com quem vais a concertos? É toda uma panóplia deles e são os melhores bailarinos da felicidade.

T-shirt de concerto/festival favorita? Não tenho…sou mais de vestido de flores e colorido.

Objectivo para este verão? Ser feliz, cantar muito.

Praia para tocar guitarra? Carrapateira.

Concerto que foi uma desilusão? “Cigarretes after sex”…eu adoro a música deles, mas ia adormecendo no coliseu. Mas ainda os amo intensamente. Está tudo bem.

Três bandas para um churrasco punk? Ui. Eu sou uma menina dos clássicos: “The Cure”. Mas porquê punk num churrasco?

Gelado favorito? Haggen dazz de morango. Mesmo. Os outros nem chegam perto.

Melhor imperial/fino de Portugal? Desde que seja fresquinha, está tudo bem. Mas diria Super Bock.

Bola com creme ou sem creme? Nada. Não gosto…

Música pop para numa festa na piscina? Vai ter que ser Beyonce, qualquer uma dela.

Música pimba favorita? “Taras e manias” do Marco Paulo.

Festa de verão que ficou na memória? Santos populares de 2014.

Um músico com quem acampavas? Rosalia. E depois íamos ficar melhores amigas, é todo um plano.

Álbum que levavas para uma ilha deserta? Getz/Gilberto

Concerto nas grades ou numa zona calma? Zona calma, mas em modo histerismo quando é necessário.

Primeiro local em Portugal para mostrar um turista? Miradouro de nossa senhora do monte.

Como se chamaria um festival com a tua curadoria? “Por um triz”

Livro para ler na praia este verão? Tenho que acabar o Sidharta.

Momento mais marcante em festival de verão? Tocar no Nos alive o ano passado. Foi bonito.

Música para fechar a noite? Depende do modo como se quer fechar a noite, mas se é para dormir bem e aconchegado, um Tim Bernardes sabe sempre bem.